Asma afeta 235 milhões no mundo

O Desde 1999, o Brasil chama a atenção para um problema que afeta entre 10% e 25% da população e para isso instituiu o Dia Nacional do Combate à Asma.  A doença é crônica e determinada por crises de falta de ar, consequência de um processo inflamatório das vias aéreas ou brônquios. Ocorre dificuldade na entrada do ar nos pulmões, e principalmente na sua saída, tendo como consequência a liberação de certas substâncias que determinam a contração dos músculos que envolvem os brônquios, estreitando a sua luz e causando a dificuldade na respiração.

O estreitamento das vias aéreas (broncoconstrição) é geralmente reversível, porém, em pacientes com asma crônica, a inflamação pode determinar obstrução irreversível ao fluxo aéreo. Embora os conhecimentos sobre muitos aspectos da doença tenham avançado nas últimas duas décadas, as causas fundamentais da asma não são ainda conhecidas. Ela não é hereditária e, ao contrário do que muitos pensam, não é doença de criança, afeta muitos adultos.

Os principais sintomas são:

·         falta de ar ou dificuldade para respirar

·         sensação de aperto no peito ou peito pesado

·         chio ou chiado no peito

·         tosse

Esses sintomas variam durante o dia, podendo piorar à noite ou de madrugada e com as atividades físicas. Os sintomas também variam bastante ao longo do tempo. Às vezes desaparecendo sozinhos, mas a asma continua lá, uma vez que não tem cura.

Tratamento

A asma não tem cura, porém o tratamento atual permite um controle eficiente da doença, com períodos de remissão, permitindo uma vida normal. Em certos pacientes em que a doença manifesta-se antes dos 16 anos de idade a doença pode regredir completamente. O paciente precisa ter consciência da natureza crônica da doença para ser capaz de identificar os fatores que pioram a sua asma, além de tomar corretamente os medicamentos prescritos. É muito importante saber sobre o manuseio dos dispositivos para inalação de antiinflamatórios e broncodilatadores, compreender o porquê da necessária aderência ao tratamento antiinflamatório, e como e quando utilizar a medicação sintomática de alívio. O paciente deve evitar os agentes que desencadeiam suas crises e saber monitorizar sua doença através dos sintomas, ou utilizar medidores de Pico de Fluxo Expiratório (PFE), para reconhecer o agravamento do quadro. O reconhecimento precoce possibilita a aplicação de um plano de autotratamento, previamente elaborado pelo médico.

Fatores de risco

A exposição a alergênicos, particularmente nos primeiros anos de vida, pode determinar inflamação crônica alérgica nas vias aéreas de indivíduos geneticamente suscetíveis. Outros fatores de risco para o desenvolvimento de resposta inflamatória são:

·         infecções virais na infância,

·         ausência de amamentação com leite materno,

·         exposição ambiental domiciliar à fumaça do cigarro de pais fumantes,

·         poluição atmosférica (ainda sem evidências convincentes)

·         dietas com baixos teores de antioxidantes (vitaminas C, E) ou ácidos graxos poliinsaturados (ácido linolêico, ou ácidos graxos omega-3).

Fatores desencadeantes

A asma pode ser desencadeada em conseqüência de inalação de poeira doméstica (ácaros), polens, pêlos, substâncias excretadas por animais, irritantes (fumaça de cigarro, poluição ambiental, smog, gás natural, propano), pó de giz, odores fortes, aerossóis químicos, mudanças de temperatura e pressão do ambiente, distúrbios emocionais, hiperventilação (riso, choro, grito), exercício, infecções virais, refluxo gastresofagiano (refluxo ácido anormal do estômago para o esôfago), uso de beta-bloqueadores por via sistêmica ou tópica (colírios para glaucoma), uso de aspirina e outros antiinflamatórios não-hormonais, aditivos de alimentos (sulfitos, tartrazina) e fatores endócrinos (ciclo menstrual, gravidez, doença tireoideana).

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