Diabetes - O que é e orientações

O diabetes é uma doença em que há aumento da glicemia (açúcar no sangue). Ocorre porque o pâncreas não produz insulina suficiente ou porque não age de forma adequada.

Como se desenvolve o diabetes?

A glicose (açúcar) vem principalmente dos alimentos, mas o corpo também a produz.

Quando nos alimentamos, o pâncreas libera uma quantidade maior de insulina para permitir que a glicose que consumimos durante a refeição sirva como fonte de energia para o organismo, mantendo normais os níveis de açúcar no sangue. A insulina é um hormônio que age transportando a glicose do sangue (absorvida na alimentação) para dentro da célula, para que sirva como fonte de energia. Trata-se de um hormônio essencial para a sobrevivência.

Principais sinais e sintomas:

Pessoas portadoras de diabetes podem apresentar:

 

  • Muita sede;
  • Urina em excesso;
  • Perda de peso sem explicação;
  • Fome excessiva

 

Os paciente com Diabetes tipo 1 apresentam sintomas súbitos e de forte intensidade. Os pacientes com Diabetes tipo 2 apresentam sintomas leves, que muitas vezes passam desapercebidos e, por isto, o diagnóstico pode não acontecer. Os sintomas mais comuns, além dos já descritos, são: visão turva, dores nas pernas, cansaço, infecção ginecológica frequente, entre outros.

Como as condições descritas acima podem estar presentes em outros tipos de doença é fundamental que você procure seu médico para que o diagnóstico clínico e laboratorial (através de exames de sangue) seja feito de forma adequada.

Entendendo os tipos de diabetes

Os dois principais tipos de diabetes são:

 

  • Tipo 1, que ocorre principalmente (mas não exclusivamente) em adolescentes, crianças e adultos jovens. Caracteriza-se por uma doença auto-imune, em que o organismo produz anticorpos contra as células produtoras de insulina do pâncreas. Com isso, a pessoa fica sem insulina circulante e, por isso, o tratamento requer a reposição de insulina para o controle da glicose.
  • Tipo 2 é o mais frequente e que responde por mais de 90% dos casos. Anteriormente ocorria principalmente após os 40 anos de idade, mas em função da obesidade e hábitos de vida cada vez mais sedentários, os números de portadores de diabetes tipo 2 tem crescido significativamente em todo o mundo nas mais diversas faixas etárias. Neste caso o tratamento muitas vezes pode ser feito com comprimidos que aumentam a secreção ou melhoram a ação da insulina.

 

O diabetes tipo 1 não tem uma causa que comprovadamente previna seu surgimento. Em relação ao diabetes tipo 2, hábitos saudáveis como principalmente manter atividade física regular, evitar ganho de peso e ter bons hábitos alimentares, previnem em até 60% o risco de desenvolvimento em pessoas com alto risco para desenvolvimento da doença. Segundo a endocrinologista Célia Novaes "a prevenção é fundamental para evitar o diabetes desencadeado pela obesidade, que está crescendo no mundo inteiro, sendo denominada como diabesidade".

A importância de manter o diabetes controlado

O bom controle do diabetes é fundamental para evitar diversos problemas de saúde. "O diabetes descontrolado pode, com o passar do tempo, trazer uma série de complicações, tais como: cegueira, causar a perda da função renal (insuficiência renal), infecções frequentes, alterações na circulação podendo levar amputação de membros, infarto, AVC, popularmente conhecido como derrame, dentre outros", explica Célia Novaes. O bom controle do diabetes é fundamental para evitar tais complicações.

Para conscientizar a população da importância da prevenção e do controle adequado do diabetes naqueles que têm a doença, assim como diminuir o número de pessoas que desconhecem o diagnóstico ou que não fazem o tratamento, foi instituído o dia 14 de novembro como o Dia Nacional e Mundial do Diabetes.

Os estudos e tratamento sofreram grandes avanços nos últimos anos e na 2ª metade do século 20, e com isso a expectativa de vida das pessoas com diabetes aumentou 2 vezes mais do que aumentou a expectativa de vida da população em geral, mostrando que estamos no caminho certo.

É fundamental manter bons hábitos de vida, atividade física regular e constante, seguir o tratamento médico e controlar os fatores de risco associados, além da glicemia, como o aumento do colesterol, da pressão arterial, além de avaliação visual, cardiológica e vascular anualmente.

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