Fique atento aos riscos de acidente que podem causar Trauma Raquimedular

No Brasil, o Traumatismo Raquimedular (TRM) registra um volume maior de casos no período do verão, férias e feriados prolongados. A primeira causa ainda fica por conta dos acidentes automobilísticos, em que motos e quadriciclos ajudam a ampliar as estatísticas. Estes veículos impõem lesões na coluna tanto por conta de aceleração e desaceleração associada à alta velocidade, quanto a impactos de cabeça ou com o veículo caindo sobre o crânio da vítima, forçando o pescoço. Outras incidências também típicas do período de calor são os mergulhos em águas rasas e a queda de altura (laje). Nos países de clima temperado, ao contrário, são os esportes de inverno os grandes vilões dos TRMs. Trata-se de um tipo de lesão que exige socorro adequado, rápido e atendimento referenciado, pois, em geral é incapacitante.

Campanhas de prevenção são realizadas periodicamente por quem mais conhece o problema, a Sociedade Brasileira de Neurocirurgia. O programa "Pense Bem", que a SBN desenvolve há décadas, já realizou as mais diversas abordagens, visando alertar para riscos de salto em cachoeiras e outras "aventuras" típicas do verão, focando principalmente o público cujo perfil é recorrente nas vítimas do TRM: adolescente ou adulto jovem do sexo masculino, em idade produtiva. A conscientização é o principal objetivo destas ações, promovidas também por diversas instituições de saúde, como a do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCFMRP USP). Com o slogan "Cuidado: sua coluna é frágil" a campanha mostra as principais causas de acidentes que lesionam a coluna e depoimentos de vítimas e colaboradores.

O neurocirurgião Marco Antônio Riccio, do corpo clínico do Monte Sinai, explica que este tipo de trauma resulta num quadro clínico sempre muito dramático. Na maioria dos casos com sequelas graves (tetraplegia, déficit neurológico e outras), com consequente dependência completa, enorme perda da qualidade de vida, e comprometimento da capacidade produtiva.

O atendimento pré-hospitalar correto, realizado por profissionais, é fundamental para não agravar as lesões. "O ideal é que a vítima fique absolutamente imóvel, deitada, até que o socorro chegue. Este deve ser rápido, encaminhando o paciente a um centro de referência capacitado e o tratamento, cirurgia se indicado, dever acontecer no menor tempo possível. Quanto mais eficiente o socorro, melhor o prognóstico", destaca Riccio. Um grande risco de se mergulhar de cabeça (segunda causa do TRM), lembra ele, é o fato de poder ocorrer paralisia imediata ao bater a cabeça. O afogamento neste caso, pode ser iminente. "Pense bem. Pense antes de fazer", reforça ele.

Não há inovações técnicas nas cirurgias de TRM, atualmente. Mas o neurocirurgião enfatiza que o mais importante é identificar a extensão  e pontos de fratura, além de descomprimir a medula. Todas as equipes de neurocirurgia do Monte Sinai estão plenamente capacitadas para atendimento, destaca ele, mas o hospital conta com um diferencial importante nestes casos que é disponibilizar em sua estrutura o fácil acesso à ressonância magnética. O exame é fundamental para avaliação do quadro antes de qualquer abordagem terapêutica.

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