Cardiologia Monte Sinai é referência na região

As doenças cardiovasculares lideram as causas de morte no mundo, sendo que 50% poderiam ser evitadas com diagnóstico precoce. Os problemas cardíacos se destacam e para diagnosticar e tratar com precisão as cardiopatias, a Cardiologia Monte Sinai reúne serviços de excelência, equipes de especialistas, tecnologia e a comodidade de oferecer tudo na mesma estrutura. Para atender do recém-nascido ao idoso, o Hospital Monte Sinai disponibiliza procedimentos que vão do mais simples exame a técnicas muito sofisticadas, sem deixar nada a desejar aos grandes centros.

CUIDADOS COM O CORAÇÃO COMEÇAM ANTES DO NASCIMENTO

Exames no pré-natal e logo após o nascimento antecipam aos bebês nascidos no Monte Sinai o diagnóstico de cardiopatias congênitas. O ecocardiograma fetal, ou ecofetal, indica anormalidade no bebê ainda na barriga da mãe. O exame, que deve ser solicitado pelo obstetra e tem cobertura de planos de saúde, é um ultrassom, porém, feito por um cardiologista pediátrico, que observa especificamente as estruturas do coração e sua funcionalidade. A cardiologista pediátrica Sara Guedes recomenda o ecofetal às mães entre 24 e 28 semanas de gestação. O Serviço de Cardiologia Pediátrica do hospital vem sendo ampliado, disponibilizando também pronto-atendimento e UTI (Neonatal). O Serviço de Ecocardiografia realiza ainda o ecodoppler colorido, ecotransesofágico, ecostress farmacológico (diagnóstico de um futuro infarto), ecointraoperatório no centro cirúrgico, além do eco na Hemodinâmica, auxiliando o tratamento das cardiopatias estruturais.

Teste do Coraçãozinho

Todo bebê nascido na maternidade do Hospital passa pelo Teste do Coraçãozinho. Simples, indolor e não invasivo, ele é feito até as primeiras 48 horas de vida. O Teste consiste na colocação do oxímetro de pulso na mão direita e num dos pés do bebê para que seja feita a leitura da saturação de oxigênio no sangue. Índice abaixo de 95% indica a possibilidade de uma cardiopatia congênita. Caso em que o bebê passa por avaliações de diagnóstico ainda no hospital e, se necessário, inicia o tratamento antes de receber alta.

Medicina Nuclear

Na Medicina Nuclear, a atuação vai do diagnóstico, prognóstico até mesmo no auxílio terapêutico. Na cardiologia, sua atuação é oferecer diagnósticos muito precisos, com destaque para as doenças coronarianas. Ela tem sido muito usada no diagnóstico em mulheres e pacientes diabéticos, onde outros métodos de exame podem não ser conclusivos A responsável técnica pelo Serviço, Elyara Braga, explica que o setor analisa não só funcionamento do coração, mas acima de tudo a sua perfusão através da Cintilografia de Perfusão Miocárdica (CPM). Este método de exame visa detectar a isquemia miocárdica, além de realizar a quantificação desta isquemia em gravidade, o que fez do Serviço de Medicina Nuclear no Monte Sinai pioneiro nesta técnica na cidade e região. A Cintilografia é um excelente método não invasivo de se obter um diagnóstico precoce e seguro, dando ao cardiologista condições mais apropriadas de tratamento para cada paciente.

TRATAMENTOS EM CONSTANTE EVOLUÇÃO

Hemodinâmica

A principal cardiopatia ainda é o infarto. Após o atendimento no setor de Emergência do Monte Sinai, que tem plantão de Cardiologia 24 horas, o paciente é encaminhado ao Serviço de Hemodinâmica. Além dos procedimentos pelos quais é mais conhecido, cateterismo e implante de Stents em angioplastias, o Serviço está focado na correção estrutural do coração, tratando cardiopatias congênitas, arritmias e problemas nas válvulas cardíacas. Com equipamentos de última geração, cardiologistas intervencionistas e eletrofisiologistas trabalham com baixo risco cirúrgico, utilizando-se dos procedimentos minimamente invasivos, todos conduzidos por cateter, com incisão de poucos milímetros.

"Com o crescimento da expectativa de vida da população, muitos idosos precisam de algum tipo de intervenção. Porém, cerca de 30% de idosos não têm condições clínicas de se submeter a uma cirurgia de grande porte", assinala o cardiologista intervencionista Gustavo Ramalho. Entre alternativas para esses pacientes está a implantação de uma válvula aórtica (técnica conhecida como TAVI), implantada por cateter, pela virilha, dentro da válvula doente. E em breve, o stent bioabsorvível, por exemplo, estará entre as muitas novidades da Hemodinâmica. O Serviço investe ainda no suporte que amplia a segurança do profissional e do paciente, caso do ultrassom intracoronariano, de equipamentos focados nas arritmias (Carto e Ensite) e o de reconstrução tridimensional de imagem com tomografia associada.

Cirurgia Cardíaca

Desde 1996, dois anos após sua fundação, o Monte Sinai realiza cirurgias cardíacas, somando cerca de 1.500 procedimentos até hoje, de correções coronarianas, troca de válvulas, a cardiopatias congênitas. "Sempre dispusemos de todos os recursos e continuamos inovando", ressalta o cirurgião cardiovascular Antônio Augusto Miana. Ele destaca que novos campos serão introduzidos nos próximos anos, caso das cirurgias cardíacas minimamente invasivas.

A monitorização dos procedimentos é outro processo que já está estruturado no Hospital, como a realização do ecotransesofágico intraoperatório, que auxilia na cirurgia sinalizando os problemas a serem corrigidos; além de novos recursos para otimizar o ato médico, caso do tromboelastrograma, o primeiro de Juiz de Fora. O equipamento, usado no centro cirúrgico e nas UTIs, faz uma análise do sangue em tempo real, detectando e agilizando a ação da equipe em casos de sangramento.

Unidade Coronariana

A Unidade Coronariana exclusiva garante a posição do Hospital como referência também em Cardiologia Intensiva. A introdução de um novo padrão de humanização para este paciente crítico assegura mais espaço em cada leito, maior privacidade e novos protocolos específicos para o tratamento de pacientes submetidos à cirurgia cardíaca, procedimentos diagnósticos e terapêuticos em eletrofisiologia e cardiologia intervencionista. A UC recebe ainda as emergências cardiológicas do pronto-atendimento do Monte Sinai ou de outras unidades do Hospital, e pacientes transferidos de outras instituições da região. Raimundo Lélis, coordenador da UC, explica que na unidade o trabalho é multiprofissional e conta com cardiologistas intensivistas, fisioterapeutas, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos e fonoaudiólogos. Esses profissionais atuam com a mais moderna infraestrutura de UTI, com respiradores e monitores multifuncionais de alta resolução.

Como na Unidade Coronariana os pacientes críticos - diferentemente da UTI adulta - em geral ficam conscientes, a estrutura incrementou novos processos de acolhimento, em que o item conforto foi pensado desde a disponibilidade de uma TV por leito até o layout do espaço que garantiu maior eficiência ao deslocamento de médicos e enfermeiros.

PREVENÇÃO: UM MAPA DA SUA SAÚDE COM O CHECK-UP EXECUTIVO

Prevenção é a melhor maneira de detectar precocemente várias doenças cardíacas. No Monte Sinai isso é feito através do Check-up Executivo, um pacote completo que realiza mais de 30 exames que possibilitam avaliação clínica, cardiológica, nutricional, urológica ou ginecológica e de análises clínicas, eletrocardiograma, ecocardiograma, ultrassonografias, teste de esforço (ergométrico), entre outros. O paciente faz uma avaliação geral da saúde, recomendada especialmente a quem tem histórico familiar de doença genética ou hereditária. O cardiologista Luiz Carlos Trifilio, coordenador do Serviço de Cardiologia Diagnóstica e do Check-up Executivo, ressalta que "quanto mais cedo tratadas as anomalias, maiores as chances de cura e de longevidade". Como a falta de tempo é o principal problema da vida moderna, o Check-up tornou-se atraente, em especial para empresas e executivos, pela sua praticidade e comodidade. O paciente realiza todos os exames num só lugar, em apenas quatro horas, com a segurança de tudo ser feito em ambiente hospitalar e com conforto (hospedagem, com direito a acompanhante e refeições). Um relatório completo, repassado pelo cardiologista, é entregue em poucos dias.

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