Comitê de crise realiza contingenciamento inédito e estratégico no Monte Sinai no enfrentamento do Coronavírus

Preparar um hospital de mais de 300 leitos, para uma pandemia sem precedentes, como a que o mundo enfrenta hoje, é um trabalho realizado a muitas mãos. Desde o dia 16 de março, um Comitê de Crise se reúne, diariamente, no Hospital Monte Sinai, com representantes da Diretoria, do Corpo Clínico e lideranças de todos os setores ligados aos fluxos afetados visando atender uma urgência de saúde inédita, mas que demanda profundo conhecimento da capacidade de atendimento, processos e recursos com uma grande dose de criatividade para tentar o melhor atendimento possível, num curto prazo de tempo, para uma nova rotina que  influencia a atividade de mais de 1200 pessoas.

A arrojada estrutura do Monte Sinai permitiu aproveitar a divisão do hospital em dois prédios para tentar separar completamente os fluxos de recepção e acomodação dos pacientes, afinal, mesmo com um surto difícil de mensurar, os pacientes de outras patologias precisam ser tratados e continuarão chegando durante toda a crise.

Evitar a infecção cruzada foi o principal objetivo da remodelação de grande parte do hospital. As cores de roupa que identificavam os profissionais, passaram a distinguir as equipes Covid e não-Covid, as estruturas das UTIs foram totalmente revistas, com entrada limpa, circulação separada e divisão física para acomodar pacientes críticos. Estruturas como a UTI Neonatal foram inteiramente deslocadas para o prédio com entrada independente e sem contato com a entrada de Emergência, onde também está a Maternidade e passou a ser a única entrada de acompanhantes. Visitas totalmente suspensas, fizeram a equipe médica da UTI criar uma nova forma de contato, para informar familiares sobre os pacientes internados. Tudo isso, depois de suspender completamente o principal movimento do hospital: cirurgias eletivas, tirando mais de 200 médicos da rotina do hospital. Mas, a equipe assistencial, no entanto, precisará estar 100% a disposição, sendo grande parte dela, remanejada e retreinada para novos fluxos.

Sem falar em toda a mudança dos processos de compras, dispensação de medicamentos, controle e distribuição de EPIs, protocolos de atendimento, treinamento, previsão de transporte, flexibilizações trabalhistas, remanejamento de equipamentos, separação de áreas de descanso e refeição entre equipes, além da criação de um call Center para ajudar a triar pacientes em potencial, sem necessidade de atendimento de emergência ou internação.

Todo o processo de comunicação com as diversas equipes e público externo também foi totalmente recriado. O Monte Sinai foi o primeiro hospital da cidade a emitir pública informação diária de casos e situação de pacientes, para combater um subproduto contagioso desta crise mundial: as fake news. E o trabalho, revisto diariamente, ponto a ponto, testa a equipe a cada novo desafio, com uma dedicação e maturidade tão imensuráveis quanto a crise que se anuncia.


      

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