Médicos brasileiros mostram estudo sobre técnica que trata pacientes de bariátrica após reganho de peso

Médicos brasileiros realizaram trabalho recente sobre o uso do coagulador de plasma de argônio na anastomose gastrojejunal em pacientes com reganho de peso após cirurgia bariátrica.

A realização de cirurgia bariátrica está indicada em pacientes extremamente obesos (IMC>40 kg/m2), ou com IMC>35 kg/m2 associado a doenças relacionadas à obesidade. O bypass gástrico com Y-de-Roux é a cirurgia bariátrica mais comumente realizada ao redor do mundo, levando a melhora significativa das doenças relacionadas à obesidade com a perda de peso. Geralmente, cerca de 20% dos pacientes submetidos a tal técnica cirúrgica apresentam reganho de peso nos 24 meses que sucedem a cirurgia. A dilatação da anastomose gastrojejunal é um dos fatores que podem estar relacionados ao reganho de peso.

O tratamento com coagulador de plasma de argônio é uma opção terapêutica minimamente invasiva, realizada por endoscopia, para redução do diâmetro da anastomose gastrojejunal. O tratamento está indicado em pacientes submetidos previamente a bypass gástrico com Y-de-Roux, reganho de pelo menos 10% do menor peso atingido pós-cirurgia bariátrica e anastomose com diâmetro maior que 15mm. São realizadas em média 3 sessões de tratamento com intervalo cerca de 2 meses entre as sessões, com acompanhamento de grupo multidisciplinar. Durante a realização de endoscopia digestiva altasob anestesia, é realizada a medição da anastomose gastrojejunal. Depois, utiliza-se o coagulador de plasma de argônio, que consiste em um método de eletrocoagulação sem contato, no qual o gás argônio ionizado conduzido por meio de um cateter apropriado, que passa pelo canal do endoscópio, é aplicado sobre a anastomose. O objetivo do método é produzir uma redução progressiva do diâmetro da anastomose, com retardo do esvaziamento gástrico, resultando em sensação de saciedade precoce e perda de peso.

O estudo mostrou uma perda média de 15,48 kg dos 19,6 kg que os pacientes ganharam após a cirurgia e uma redução de 66,89% no diâmetro final da anastomose, com redução estatisticamente significante entre as sessões de tratamento. Houve uma redução significativa do índice de massa corpórea até a avaliação final e o peso final estava próximo do menor peso que o paciente atingiu após a cirurgia. Os autores concluíram que se trata de um método seguro e eficaz, com baixo risco de complicações.

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