Monte Sinai é credenciado para transplante renal

O Hospital Monte Sinai acaba de ser credenciado para captação e transplante renal. O responsável técnico à frente do projeto é o experiente nefrologista Gustavo Ferreira. A equipe multidisciplinar de apoio, já com a expertise desenvolvida para o transplante de fígado, córneas e medula óssea, começa a preparar o complexo fluxo para iniciar os procedimentos, em breve. Com esta conquista, o Monte Sinai oferece mais uma opção aos pacientes na fila e ajuda a credenciar Juiz de Fora como uma referência em mais esta área da saúde na região.

E em março, um alerta global marca o Dia Muncial do Rim, sendo comemorado em 14 de março, em 2019, já que a data escolhida é sempre a segunda quinta-feira do mês. Este ano, o Dia Mundial do Rim, numa campanha promovida pela Sociedade Brasileira de Nefrologia, se propõe a aumentar a conscientização sobre a alta e crescente presença de doenças renais em todo o mundo e a necessidade de estratégias para a prevenção e o gerenciamento de doenças renais.

Doença renal: o desafio

Estima-se que haja atualmente no mundo 850 milhões de pessoas com doença renal, decorrente de várias causas. A Doença Renal Crônica (DRC) causa pelo menos 2,4 milhões de mortes por ano, com uma taxa crescente de mortalidade.

A Injúria Renal Aguda (IRA), um importante fator de risco para DRC, afeta mais de 13 milhões de pessoas no mundo, sendo que 85% desses casos ocorrem em países de baixa e média renda. Estima-se que cerca de 1,7milhão morram anualmente por causa da IRA no mundo.

É importante considerar que a DRC e a IRA são condições impactantes para o aumento da morbidade e mortalidade de outras doenças, em função dos seus fatores de risco, como diabetes, hipertensão e da presença de infecções por hepatites, HIV, malária e tuberculose presente em muitos lugares do mundo. Em crianças, a DRC e a IRA também implicam em uma morbidade e mortalidade significativas.

O transplante é o tratamento com melhor custo-benefício

Apesar do crescente diagnóstico de doenças renais, em todo o mundo, a disparidade e a desigualdade na saúde renal ainda são comuns. A DRC e a IRA frequentemente são agravadas pelas condições sociais, discriminação de gênero, falta de informação em relação às doenças renais, riscos ocupacionais, poluição do meio ambiente entre outros fatores.

O transplante é considerado o tratamento com melhor relação custo-benefício para a DRC. No entanto, o procedimento cirúrgico, a infraestrutura, a exigência de equipes altamente especializadas, disponibilidade de doadores de órgãos, necessidade de diálise durante a espera (quando não é possível o transplante preemptivo), requisitos legais e o viés cultural existente em muitos países contra a doação de órgãos, representam importantes barreiras, tornando a diálise a única opção viável.

Embora as políticas e estratégias nacionais para doenças não transmissíveis (DNTs), em geral, estejam presentes em muitos países, políticas específicas direcionadas para o rastreamento (screening), a prevenção e o tratamento de doenças renais são muitas vezes inexistentes. Mais da metade (53%) dos países que têm uma estratégia abrangente de DNTs não têm diretrizes ou estratégias de gestão para melhorar o atendimento das pessoas com DRC (seja especificamente ou dentro de uma estratégia mais ampla sobre DNT).

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