Monte Sinai prioriza segurança e adota novo modelo de seringa

Preocupado com a segurança de pacientes e funcionários, o Hospital Monte Sinai sai na frente mais uma vez ao ser o primeiro hospital da região, e antes até da capital mineira, a adotar um novo modelo de seringa para aplicação intramuscular.

A nova seringa começou a ser desenvolvida há três anos e, em sua fase de testes, contou com a colaboração de funcionários do Monte Sinai, que validaram a eficácia do novo produto. A seringa possui um sistema projetado para travar a agulha, protegendo o profissional. Após o uso, outro dispositivo quebra o êmbolo e a haste se solta, inutilizando-a. Garantia de mais segurança ao paciente.

Mesmo já estando disponível no mercado, um dos entraves para a adoção do novo produto é o preço. A seringa custa o triplo de uma convencional. Mesmo assim, a direção do Monte Sinai decidiu adotá-la em razão do custo x benefício. E a opção antecipa ainda o cumprimento da NR 32 do Ministério do Trabalho e da Portaria 939, do Ministério da Saúde. Criada em 2005, a NR 32 recomendava, mas não exigia, que os hospitais privilegiassem o uso de materiais com dispositivos de segurança contra acidentes com materiais perfurocortantes.

Outra antecipação do Monte Sinai em relação a produtos do gênero é o novo modelo de cateter com dispositivos que previnem os acidentes com a agulha e impedem a reutilização. Ele possui um sistema de ativação da mola de segurança, que protege automaticamente o bisel da agulha quando ela é retirada. O manuseio é idêntico ao cateter convencional e ainda é fácil de puncionar com uma só mão. Ele também elimina o risco de ativação inadvertida.

Para o Setor de Segurança do Trabalho do Hospital, os novos modelos de seringa e cateter tem o objetivo de reduzir, ainda mais, os acidentes com materiais perfurocortantes com risco biológico. Hoje, no Brasil, os índices de acidentes de trabalho com materiais perfurocortantes em hospitais de todo o país é alto e superam os da construção civil. Eles são ainda mais preocupantes devido ao risco de contaminação com inúmeras doenças, como AIDS e hepatites. O problema não é o ferimento, é o grande desgaste psicológico do funcionário. Qualquer dispositivo como este afeta, num hospital ou clínica, não só o profissional de enfermagem, mas reduz o risco de atingir, em cadeia, do funcionário da higiene e limpeza ao da lavanderia.

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