Outubro se veste de rosa contra o câncer de mama

Quanto mais a população adere à causa da prevenção e promoção da saúde, mais os meses do ano vão se colorindo. O Outubro Rosa é pioneiro, inclusive na iniciativa de iluminar prédios como símbolo de adesão à causa, e o mais popular, pois as mulheres, tradicionalmente estão mais preocupadas com a saúde de toda a família. O termo diagnóstico precoce, a avaliação anual, são práticas que a maioria já absorveu, mas as estatísticas continuam vencendo esta batalha. O câncer de mama ainda é a causa mais frequente de morte por câncer em mulheres no Brasil. 
Hoje, não só a precocidade, mas a agilidade na conclusão do diagnóstico ganha força entre as estruturas que cuidam da saúde da mulher. “O impacto da ameaça do câncer de mama não é apenas físico, mas também social e emocional, incluindo o efeito angustiante do tempo de espera pelo diagnóstico. Por isso, o parecer médico rápido e precoce é um diferencial na busca pelo processo de cura”, lembra a mastologista Calina Loures. No Núcleo de Mastologia do Hospital Monte Sinai, ela faz parte da equipe de especialistas que criou um serviço visando justamente isso: o diagnóstico rápido do câncer de mama. 

  
“O objetivo é garantir que tudo seja feito no menor tempo possível. Encaminhada pelo seu ginecologista ou procurando diretamente o Núcleo, o processo pioneiro de cuidados evita a peregrinação por consultórios diferentes, exames em vários locais, espera por laudos e avaliações em instituições que não se comunicam, explica Carolina Lopes, também mastologista da equipe. Tudo é feito dentro do complexo hospitalar evitando o fracionamento do processo pré e pós-diagnóstico. O Núcleo conta, no Hospital, com suporte de enfermarias para Hospital-Dia, centro cirúrgico moderno, profissionais capacitados e todos os recursos diagnósticos num só lugar. 
Para a conclusão do parecer, a paciente terá prioridade no atendimento de Radiologia – para ultrassom e mamografia -, Anatomia Patológica e Medicina Nuclear, que vão apoiar as mastologistas responsáveis pela recomendação de biópsia – previsto na maioria dos casos de lesões, seja ela realizada em nível ambulatorial ou por método guiado (em caso de lesões não palpáveis) - e pela cirurgia, se for o caso. A equipe é composta ainda por oncologistas clínicos que direcionam o tratamento pós-cirúrgico, se for necessária quimioterapia ou radioterapia, contando com apoio multidisciplinar de Fisioterapia, Psicologia, Nutrição e Enfermagem, visando acolher a paciente de forma integral. “Não é só a fatalidade que pesa quando o assunto é câncer. Vaidade feminina é quase um pleonasmo e o câncer de mama vai muito além da abrangência física, ele adoece a essência da mulher e afeta toda a família”, conclui Silmara Trota, mastologista do Núcleo. 

Aconselhamento oncogenético: antes que tudo comece

É possível saber com antecedência se a mulher é predisposta ao câncer de mama. Esta novidade ficou conhecida em todo o mundo quando a atriz Angelina Jolie fez uma mastectomia preventiva. E, em Juiz de Fora, o Serviço de Oncologia do Hospital Monte Sinai já faz o Aconselhamento Genético em Câncer ou Aconselhamento Oncogenético, coordenado pela oncologista clínica Mariana Abad, especialista neste tipo de diagnóstico. 
A pesquisa pode ser feita a partir de um simples teste de saliva. Com a construção de uma árvore genealógica da doença na família analisada, o mapeamento direciona e verifica as possibilidades de novos casos que poderiam ter sofrido mutação de genes. Os números apontam que 8% dos pacientes com câncer têm síndrome hereditária por mutação de DNA.
Este ainda não é um exame de rotina, a oncologista orienta que devem buscar o serviço pacientes que tiveram câncer em idade jovem, geralmente com menos de 50 anos; os que tiveram mais de dois tumores, sincrônicos ou não e, ainda, os que tenham história familiar de câncer em pelo menos dois parentes de 1º grau (pai, mãe, irmãos e filhos).
“Feito o diagnóstico, as opções de prevenção e diminuição de riscos são inúmeras, envolvendo desde cirurgia, profilaxia medicamentosa, mudanças nos hábitos de vida até simples acompanhamento com exames. Por isso, não deixe o medo e sofrimento pessoal e/ou familiar vivido paralisar você. Procure o especialista, tire suas dúvidas, siga os conselhos e mude seu futuro!” afirma Mariana Abad.

Recursos que dão segurança

Está prevista para este ano, a inauguração do Centro de Oncologia do Hospital Monte Sinai. Um espaço com diversos consultórios e área de quimioterapia, com um conceito humanizado de acolhimento que vai completar o arsenal do Complexo Hospitalar que abrange todos os recursos necessários para o atendimento a todos os tipos pacientes de câncer.
Além dos ativos que compõem a assistência hospitalar, a estrutura conta, no Centro Médico, com clínicas e aparelhos que fazem desde os exames de base – caso da mamografia e ultrassom no diagnóstico do câncer de mama – até a ressonância magnética de alto campo e o exclusivo PET-CT, que ainda é um dos poucos fora da capital em Minas, único na região adquirido numa associação entre os serviços de Medicina Nuclear e Radiologia e Imagem. 


PET-CT - não invasivo, o exame fornece dados detalhados sobre o tumor, produz resultados precisos e ajuda a redirecionar as condutas de tratamento. Para realizar o exame, o paciente recebe uma pequena concentração de glicose radioativa, totalmente segura, (FDG) injetada pela veia. Mas é indicado, em geral,  quando os demais processos de investigação produzem resultado inconcluso no caso do câncer de mama. 

Ressonância magnética - exame que propicia imagens detalhadas dos órgãos internos que, ao receberem ondas de rádio, respondem de formas diferentes ao calor e se “denunciam” no exame. Este exame pode ser utilizado como primeira forma de diagnóstico em algumas situações ou para complementar avaliações iniciadas com outros métodos de imagem como raio-x, tomografia computadorizada, ultrassonografia e mamografia.
 

Núcleo de Mastologia do Hospital Monte Sinai

Diagnóstico Rápido de Câncer de Mama

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