Parto natural de urgência no Pronto Atendimento do Monte Sinai surpreende

Apressadinha, a bebê Angélica surpreendeu o plantão de Obstetrícia do Hospital Monte Sinai, ao nascer no consultório de Ginecologia e Obstetrícia, no Pronto Atendimento, antes mesmo que houvesse tempo para levar a mãe para o Centro Cirúrgico ou fazer a ficha de cadastro. Coube à médica ginecologista e obstetra, Giselle Barandier fazer o parto, o primeiro a ser realizado com tal urgência no Hospital. Um caso realmente inusitado, pelo menos desde que o Monte Sinai implantou o serviço de Obstetrícia e Ginecologia 24h, há seis meses. Foram cerca de cinco minutos entre a chegada ao Pronto Atendimento especializado e o parto, calcula a mãe, Gisele Stephan Pereira, xará da médica que a atendeu. Ao nascer no consultório da Obstetrícia, a bebê antecipou bastante sua chegada, que ainda poderia aguardar mais duas semanas. Apesar da situação inusitada, a bebê nasceu saudável, a mãe teve boa recuperação e a família Basílio de Melo cresceu.

   

Depois do susto, só alegria. Dra. Giselle Barandier, do plantão de Obstetrícia, foi quem fez o parto

Gisele fez todo pré-natal com a ginecologista e obstetra Dra. Marianna Pena, e foi uma gestação muito tranquila. A mãe, que já tinha dois filhos de parto normal, conta que esperava Angélica para 15 de janeiro. Na última consulta, no próprio dia 2, corria tudo bem, conforme o planejado, ela tinha 3 cm de dilatação – “situação normal para terceira gestação e já acompanhada nas duas semanas anteriores”, relata Dra. Mariana – que fez questão de ir visitar Angélica na Maternidade.

Gisele contou que, ao retornar para casa na cidade de Matias Barbosa, percebeu que a bolsa havia rompido durante a tarde e foi só então que começaram as contrações. “Foi no início da noite que começaram as contrações e corri para o Pronto Atendimento”, lembra Gisele, que mal chegou ao consultório e o parto foi realizado. “Não deu tempo para nada. Nem mudar roupa, nem anestesia ou ir para o Centro Cirúrgico. Eu vim com dor desde Matias, mas foram só uns 50 minutos de contrações. No consultório, senti duas contrações mais fortes e ela nasceu”, conta a mãe que já tem dois meninos de 17 anos e 12 anos. Pedro Lucas e Gabriel nasceram de parto normal, mas quase passando da hora, disse a mãe. “Agora, chegou a primeira menininha, de parto normal até demais, sem anestesia e sem nada”, brinca ela. Na verdade, o parto como o da Angélica é dito natural, sem uso de soro, pontos ou anestesia.

“A bebê nasceu às 18h50, quando eu me preparava para passar o plantão. Já havia trocado de roupa, mas atendi a gestante que chegou com muitas dores. Ao examiná-la, vi que a criança já estava nascendo”, conta Dra. Giselle. O parto foi feito com tranquilidade e, assim que Angélica nasceu, o pediatra do consultório ao lado, o médico plantonista Dr. Romero Kokpe Alexandre, assistiu a pequena Angélica logo na sequência. “O choro forte pode ser ouvido por todos que aguardavam no Pronto Atendimento do Monte Sinai e pelos familiares, que logo tiveram contato com a bebê”, completa a médica, destacando o atendimento acolhedor de toda equipe do plantão, o que diferencia o serviço 24 horas do Monte Sinai. O pai, Ivanir Basílio de Melo, contou que deixou a esposa na recepção da Emergência e, enquanto foi levar o carro no estacionamento, Angélica nasceu. “Ninguém esperava que fosse tão rápido”, acrescentou ele.

Mas para Dra. Giselle isso não é tão surpreendente. Segundo a obstetra, partos de bebês apressados acontecem com certa frequência e, no caso desta mãe, que já estava na terceira gestação, o parto foi completamente natural, sem sofrimento para ela ou para o bebê. “A não ser pela pressa da bebê”, brinca a médica. Angélica agora é parte da história do plantão de Obstetrícia do Monte Sinai.

 

A obstetra de Gisele, dra. Marianna Pena, fez questão de conhecer a pequena Angélica na Maternidade

Equipe sintonizada comemorou muito a nova Maternidade

O plantão de Ginecologia e Obstetrícia do Monte Sinai atende a uma demanda de pacientes de convênios que ficaram desassistidas para as urgências por um bom período em Juiz de Fora. Antes, muitas gestantes tinham que recorrer ao atendimento do SUS. Com o plantão 24 horas, implantado em julho do ano passado,elas passaram a ter a tranquilidade de um serviço especializado e humanizado. O serviço atende urgências ginecológicas também, e para assistir às gestantes, conta com todos os recursos, e a mãe é encaminhada conforme atendimento de seu obstetra: para ele mesmo realizar o parto ou para a equipe de plantão de Obstetrícia. “Quando a gestante chega, fazemos contato com o colega assistente para alinharmos os procedimentos”, explica Dra. Giselle Barandier. Com o plantão 24 horas, o Hospital agora dispõe de estrutura completa para assistência às gestantes e bebês, com uma UTI Neonatal, que é referência regional, e uma das mais modernas estruturas de Centro Cirúrgico do país, além da novíssima Maternidade, que funciona na Unidade da Mulher, dedicada aos procedimentos exclusivamente femininos, além de receber mães e os bebês nascidos no Hospital.

Gisele e a família ficaram encantadas com a estrutura e a equipe da nova Maternidade. Ela ficou no setor de alojamentos conjuntos, que tem quatro leitos (por alojamento) todos com TV individual e privacidade,contando com o suporte de Enfermagem especializada e equipe multidisciplinar dedicada. Angélica já teve alta mamando muito bem, depois de receber as orientações da Enfermagem e ter “passado com louvor” por todos os testes de triagem e avaliações de praxe, realizadas sob orientação do pediatra Fernando Mesquita. Mesmo tendo nascido com 38 semanas de gestação, a menina não precisou ir para a UTI e foi para casa, 48 horas depois, com muita saúde para conhecer os irmãos.

Processo e espaços dedicados ao binômio mãe/filho

A nova estrutura da Maternidade tem mais 12 apartamentos, sendo duas suítes e uma sala para o chamado “parto humanizado” – uma sala de pré-parto equipada com aparelhos destinados a estimular o parto natural, com banheira de hidromassagem para relaxamento e cama especial que, de acordo com a evolução do trabalho de parto, dispensa o deslocamento para o Centro Cirúrgico. Conta com área confortável para transmissão simultânea e ampla área para circulação de visitantes e equipe assistencial, com decoração moderna e acolhedora.

O novo Berçário, moderno e bem equipado, só é utilizado para os exames e preparo do bebê. No Monte Sinai o binômio mãe/filho recebe, hoje, um cuidado diferenciado. Desde a estimulação da amamentação antes mesmo da parturiente deixar a mesa de parto. O bebê permanece com a mãe na sala de Recuperação Pós-Anestésica (RPA) do Centro Cirúrgico e a acompanha até o quarto, recebendo o máximo de cuidados ao lado do leito para a família assistir aos procedimentos desde o início da vida do bebê.

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