Pós operatório de cirurgia cardíaca infantil tem estrutura exclusiva no Monte Sinai

O Monte Sinai, atualmente, é o único hospital, na região, que oferece suporte para o pós-operatório completo de cirurgia cardíaca infantil, e comemora excelentes resultados. Unindo a disponibilidade de um grupo de intensivistas muito capacitado na UTI Neonatal e a estrutura do Serviço de Cirurgia Cardiopediátrica liderada pelo especialista Leonardo Miana, a direção convidou para integrar permanentemente a equipe uma cardiologista infantil, Flávia Demian, com experiência neste tipo de acompanhamento e em ecocardiografia, disponível 24h para esta assistência tão especializada. Sua tarefa é garantir o suporte pré e pós-operatório a todas as crianças submetidas a cardiocirurgias, independente da cobertura dos planos de saúde. Cada vez mais entrosada e atuando desde 2009, a equipe tem conseguido alta resolutividade de grande maioria dos defeitos congênitos e registrou um crescimento do número de casos em 2012.

Flávia Demian explica que o suporte para a cirurgia cardíaca infantil é muito diferente da de adultos, pois, em geral, são doenças congênitas com muitas mal formações estruturais. "Ter um pós-operatório diferenciado significa adequar a necessidade da criança de acordo com aquela malformação cardíaca específica que ela apresenta. São cardiopatias de hiperfluxo pulmonar ou cardiopatias obstrutivas em que o trabalho do pós-cirúrgico é diferente para cada uma delas. E este suporte também varia conforme a faixa etária", completa.

O trabalho começa a partir dos encaminhamentos dos cardilogistas infantis à equipe do serviço de cirurgia. Flávia, já acionada desde a reunião em que o cirurgião explica à família o que será feito, ela apresenta como será a rotina do pós-operatório. Sua assistência começa no momento da internação e vai até a alta para casa. Flávia prepara a equipe da UTI Neo na véspera do procedimento, com orientações para intensivistas e enfermagem, indicação quanto a drogas, ventilação mecânica, sedação e trabalha junto, tendo presença mais intensa na recepção da criança na UTI e depois, diariamente, ficando de sobreaviso 24h para atendimento urgente e participando de todas as decisões durante o período crítico. No quarto, ela continua acompanhando a criança até a alta do hospital, quando o paciente retorna ao acompanhamento do médico assistente.

No Monte Sinai, hoje, só não é possível realizar alguns tipos de cirurgias muito complexas, como transposição de grandes artérias, síndrome de hipoplasia de coração esquerdo, e cirurgias para coração univentricular por exemplo, que demandam uma estrutura da UTI Neo muito maior, com intensivistas com vasta experiência nestes tipos de patologias, além da necessidade de equipe de cardiologistas pediátricos, se revezando 24h na unidade de tratamento intensivo. Para se estruturar um grupo assim é preciso formar várias equipes, muito treinamento, estudo e casos suficientes para os profissionais ganharem experiência. Na região não há demanda para isso. A orientação é encaminhar estes pacientes a grandes centros (São Paulo, Rio e Belo Horizonte). Mesmo assim, o preparo para o transporte do paciente, demanda a equipe de intensivistas da Neonatal e o suporte dado por Flávia Demian, para prognóstico, medicação e estabilização da criança, garantindo condições seguras para deslocamento.

Flávia considera que o trabalho é muito particularizado, de paciente para paciente. Tem sido mais comum o atendimento a lactentes, crianças de 2 e 3 anos, cujas patologias mais frequentes são a comunicação interatrial, a comunicação interventricular, tetralogia de Falotte defeito de septo atrioventricular. Tratam-se de cardiopatias congênitas, mas se há condiçõesde esperar amadurecimento e ganho de peso, adia-se o procedimento no recém nascido. É feita a assistência ambulatorial o tempo que for seguro para a criança. Mas, a equipe está preparada para atender os casos de urgência também, inclusive de neonatos. "Temos recebidopacientes com persistência de canal arterial, que chegam a pesar até cerca de até 600g ou RN com coarctação da aorta, que demandam intervenção precoce, também com ótimos resultados. O trabalho é difícil, me consome bastante, mas tem sido muito gratificante", enfatiza.

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