Rodrigo Peixoto dá entrevista como novo Diretor Clínico do Monte Sinai

Numa disputa elegante, sem plataformas concorrentes, sem enfrentamento entre chapas, mas seguindo as formalidades exigidas para um cargo eletivo, o cirurgião geral Rodrigo Peixoto foi acolhido, em julho, pelos médicos do Monte Sinai como seu novo Diretor Clínico. A expectativa de todos na instituição é altamente positiva nesta nova etapa. A eleição, seguindo as normas do Conselho Regional de Medicina, propiciou a substituição do diretor Iomar Cangussu que continua na pasta de Serviços Médicos.

Rodrigo Peixoto ainda está se ambientando com os processos administrativos do Hospital e reorganizando sua agenda, empenhado no desafio de corresponder às expectativas dos colegas. Apesar de ter constituído suas especialidades e iniciado sua carreira em outras instituições, adotou o Monte Sinai como sua ?casa? há 19 anos e fala sobre como pretende transformar em realidade a principal missão do cargo, que é fazer a intercomunicação entre o corpo clínico e a direção administrativa do hospital.

Como vê esta mudança no Hospital e como tem se adaptado ao novo cargo?

 

O desafio de dar segmento ao trabalho do Cangussu, a quem eu admiro muito e que é meu preceptor desde a Faculdade, é enorme. Mas tenho recebido tantos votos de sucesso - dos colegas médicos ao corpo de funcionários -, que vou ganhando cada dia mais confiança e consciência da responsabilidade desta nova etapa da minha carreira. Vejo a mudança como extremamente oportuna, pois o Monte Sinai cresceu muito nos últimos anos, ganhando repercussão nacional. O apoio ao corpo clínico para a sua conscientização e motivação visa a facilitar e a agilizar o processo administrativo e de crescimento da nossa instituição. Nesta nova atribuição gostaria de ser o procurador dos anseios do corpo clínico, trazendo as questões específicas dos médicos para a direção, buscando harmonizar os interesses e aspirações das partes em benefício do paciente.

Com que prioridades pretende iniciar esta nova missão no Monte Sinai?

Eu estou me aprofundando nos processos administrativos e de gestão do Hospital, que mesmo conhecendo, antes eu só os vivia do ponto de vista do médico. Comecei pela pesquisa de opinião do corpo clínico, já avaliando as principais reivindicações. Como exemplo: sabemos que a Emergência é um dos principais gargalos de satisfação da instituição, dos mais preocupantes. Em consonância com Doutor Cléber Soares (responsável pela gestão da emergência) vemos promissoras perspectivas de aperfeiçoamento já patentes na última avaliação da ONA. Há ainda um grupo de médicos muito interessados e dispostos a revitalizar os processos de gestão das unidades mais importantes do Monte Sinai, principalmente do ponto de vista da segurança do paciente, que incrementarão as perspectivas de futuro para o Hospital. Essas mudanças precisam de conciliação nos processos e as melhorias precisam ser detalhadas para o colega médico. Mas, tudo o que afeta a rotina do corpo clínico, sua relação com os planos de saúde, com as áreas de apoio do Hospital, cada detalhe que possa ser aprimorado para que a satisfação chegue para todos, terá a nossa atenção.

Como acha que isso vai se refletir na rotina da relação médico/hospital/paciente?

É preciso admitir o paciente com agilidade e qualidade para que ele chegue tranquilo ao centro cirúrgico e unidades de internação, onde o médico possa recebê-lo também com as melhores condições possíveis. Nossa função é conhecer as necessidades de trabalho, negociar questões com a direção, seja para aquisição de aparelhos e suprimentos, seja no trânsito entre as unidades para garantir a melhor assistência. Por outro lado, devemos incentivar a consciência do médico sobre a necessidade de atuar em equipe, aprender como a gestão da qualidade afeta o desempenho de todos, melhorando, inclusive, sua própria qualidade de vida. O resultado desta conciliação será fazer com que todos caminhem na mesma direção: a satisfação do paciente e do médico.

Qual é a imagem que o senhor formou do Monte Sinai neste período em que compõe seu corpo clínico?

Tenho completa confiança na estrutura atual do Monte Sinai. É a minha referencia quanto busco atendimento médico, com recursos técnicos e estrutura semelhantes aos grandes hospitais onde trabalhei em São Paulo, quando da minha formação. Aqui, o atendimento é individualizado e humanizado. Como membro atuante do corpo clínico, penso que a grandeza deste projeto de sucesso que se tornou o Monte Sinai, baseia-se no fato de ter garantido um local de trabalho para aqueles que queriam progredir na Medicina local, propiciando a todos, espaço para desenvolver a excelência em sua especialidade.

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