Serviço de Fonoaudiologia do Monte Sinai já realiza Teste da Linguinha

Prestes a ser o quinto teste realizado em bebês recém-nascidos, o Teste da Linguinha já é feito no Monte Sinai pelo Serviço de Fonoaudiologia do Hospital. O exame foi padronizado, está previsto em lei (nº 13.002, de 20 de junho de 2014) e aguarda regulamentação.

 

O exame é simples e rápido, é indolor e importante para a saúde do bebê. Ele verifica possíveis alterações na membrana que liga a língua ao assoalho da boca, chamada frênulo lingual, mais conhecido como freio. As alterações na estrutura limitam os movimentos da língua, que são importantes para sugar, mastigar, engolir e falar. A primeira função desta estrutura é a sucção, e no curto prazo é que se revela a importância da sua detecção precoce, pois está diretamente relacionada a dificuldades na amamentação.

Como o exame é feito?

A fonoaudióloga Raquel Taucci, chefe do Serviço de Fonoaudiologia do Monte Sinai, explica que o exame é rápido, simples e eficaz. Não sangra e não dói. Primeiro é realizado o exame clínico, em que avalia a estrutura, se o frênulo é curto demais e como está implantado. Depois é feita uma avaliação funcional da alimentação. O profissional avalia o bebê mamando na mãe: quantas rajadas de sucção, se tem ruído diferente durante a amamentação, se o bebê está conseguindo sorver todo o leite para a cavidade oral, se está cuspindo, se a pega é boa. Após o laudo, se há alteração, esta criança volta para o reteste. Em geral, esta segunda avaliação é feita fora do hospital, para dar seguimento a tratamentos, se necessário.

Quando deve ser feito e como é o tratamento?

O ideal é que o teste seja realizado nas primeiras 72 horas de vida do bebê e, no máximo, 30 dias depois do nascimento. "Mas no Monte Sinai, montamos uma escala da Fonoaudiologia para atender a todos os nascimentos, com a disponibilidade do profissional o mais cedo possível", explica Raquel. Para o Hospital, isso impacta na ansiedade da mãe em conseguir amamentar e permitir ao bebê ganhar peso.

No segundo momento, detectado o problema, mas se o bebê amamentar bem inicialmente, basta um acompanhamento clínico. Pois, com o esforço para sugar, ele vai deixar de mamar mais cedo, mas pode-se evitar o desmame muito precoce. Raquel explica que, nesta fase, só casos muito graves - ainda não descritos no Monte Sinai -, exigiriam intervenção cirúrgica, que seriam executadas pelo cirurgião infantil ou buco-maxilo. Mais tarde, esta avaliação e procedimento poderão ser feitos pelo dentista.

O teste já é coberto pelos planos de saúde?

"Ainda não", lamenta Raquel. "Apesar de já estar previsto por lei, o teste não está no rol de procedimentos da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que regula os planos de saúde, mas já são realizados pelo Serviço de Fonoaudiologia do Hospital em regime particular quando é de interesse dos pais". Estes devem ser informados da disponibilidade do exame pelo pediatra e basta solicitar a presença do fonoaudiólogo do Serviço. Existe um padrão para a execução do exame e um laudo é emitido pelo profissional, mas para obtê-lo a mãe deve informar previamente o interesse.

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