Tecnologias dinamizam procedimentos no Centro Cirúrgico e na UTI

O Monte Sinai começou o ano disponibilizando várias tecnologias e up grades para atuação do Corpo Clínico no Centro Cirúrgico e nas UTIs do Hospital. O objetivo é ampliar a segurança do paciente, com intervenções cada vez mais precisas, que otimizem o tempo dos procedimentos e a recuperação pós-operatória. Os recursos também garantem mais agilidade, assegurando conforto e maior precisão ao ato cirúrgico ou ao diagnóstico dos especialistas.

Tromboelastograma

 

O tromboelastograma - equipamento que analisa o sangue em tempo real, visando à imediata reposição plaquetária ou de plasma, detecta e agiliza a necessidade de ação da equipe em casos de sangramentos - já está disponível desde o ano passado. Ele otimiza a abordagem em diversos procedimentos, principalmente em grandes intervenções, como em cirurgias cardíacas. Utilizando um coagulograma, avalia a hemostasia e fornece à equipe informações valiosas e precisas sobre a coagulação através de dados numéricos e gráficos. Qualquer hemorragia pode ser detectada com mais rapidez e precisão, permitindo abordagem pontual do problema com o paciente ainda em procedimento.

 

Force TriadTM e LigaSureTM 

 

No bloco cirúrgico, estão disponíveis também mais dois geradores. Um deles é o Force TriadTM , uma plataforma que amplia a alternativa das potências em que o bisturi elétrico é utilizado, conferindo mais precisão ao uso do LigaSureTM - outro instrumento cirúrgico que utiliza calor e pressão para selar permanentemente vasos sanguíneos de até 7mm de diâmetro. A pressão é aplicada por uma pinça especial conectada ao gerador de energia, que funde o colágeno e a elastina presentes na parede do vaso. O selo formado é capaz de suportar até 3 vezes a pressão sistólica do paciente e o calor gerado pelo equipamento em torno do vaso não ultrapassa uma área maior que 2mm, reduzindo o dano térmico a outras estruturas. O seu uso reduz significativamente a perda sanguínea e o tempo de um procedimento de grande porte, reduzindo em especial o desgaste físico do cirurgião na "instrumentação" e tempo de sala.

 

Bisturi de plasma de argônio

 

Outra novidade importante é o bisturi de argônio. O aparelho amplia a visibilidade do cirurgião, principalmente nos procedimentos com grandes áreas de ressecção e sangramento, operando com nível mínimo de fumaça e odor, em relação aos bisturis elétricos. Ele atua com eficiência na hemostasia e é muito utilizado para coagular grandes superfícies sangrantes com rapidez, especialmente no fígado. O bisturi funciona com um gerador que produz uma corrente de radiofrequência. Ela é direcionada através de uma caneta que, ao ser acionada, libera um jato do gás. O argônio tem potencial de ionização mais baixo que o do ar, dirigindo o fluxo da corrente gerada, formando uma espécie de ?chama?. O jato também limpa a superfície dos tecidos e outros líquidos corporais, evidenciando melhor os pontos de sangramento.

 

O equipamento possui acessórios especiais como cateteres para endoscópios e para videolaparoscópios, além de permitir acoplar eletrodos para coagulação. É recomendado na oncologia, principalmente quando há retirada de grande parte do tecido hepático, no tratamento de tumores de cólon, além de cirurgias bariátricas, nefrectomia e muitos outros. A sua utilização é reconhecida como uma das melhores alternativas terapêuticas para o tratamento em endoscopia e colonoscopia, especialmente hemorragias digestivas e outras enfermidades colorretais. É utilizado ainda no tratamento de pólipos, tumores do tubo digestivo, fístulas e permite canalizar e desobstruir tumores para colocação de próteses.

 

Ultrassom na UTI

 

Já a UTI Adulto ganhou um ultrassom portátil para agilizar diagnósticos de possíveis complicações pelos próprios médicos assistentes, plantonistas e diaristas do setor. O aparelho amplia os recursos para detectar e minimizar o tempo de assistência em suspeitas de embolia pulmonar, derrame pleural, condições hemodinâmicas, por exemplo, além de vários outros problemas típicos ou não do paciente crítico. A ação não exclui a necessidade do radiologista em casos mais específicos, mas a equipe está sendo treinada para utilizar diretamente os recursos da ultrassonografia. Em março, a Sessão Clínico-patológica recebeu um especialista de outra cidade para relatar as vantagens e indicações do uso do equipamento na unidade de terapia intensiva.

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