Transplante de Córnea no Monte Sinai inova com técnicas avançadas e, breve, novas salas cirúrgicas

O Serviço de Transplante de Córnea do Monte Sinai contabiliza mais de 160 procedimentos de sucesso desde que foi autorizado no hospital, há cerca de cinco anos. Os processos estão bem definidos, em breve a equipe receberá as salas cirúrgicas completamente reformadas e as inovações continuam, mas, hoje, os avanços são mais ligados às técnicas cirúrgicas, melhorando também as condições de recuperação para o paciente.

O oftalmologista Rafael Mérula, especialista na área, pontua que no Monte Sinai já se faz algumas das técnicas mais avançadas atualmente. Elas permitem transplantar partes da córnea, como a anterior ou a parte mais interna, chamada endotélio. O que além de garantir que uma só doação beneficie mais de um paciente, são técnicas bem menos agressivas, com rápida recuperação, algumas sem ponto, caso do transplante para distrofia de Fuchs ou ceratopatia bolhosa, os do tipo endotelial.

A patologia que mais evolui para demanda de transplantes de córnea, hoje, é o ceratocone. E o público jovem, em especial, é afetado por ela. Dr. Rafael explica que apesar da maioria das doenças oculares terem um componente hereditário, o ceratocone especialmente tem uma ligação muito grande com alergias, tanto alergia ocular quanto de outras origens, como sinusite e rinite. E o hábito de coçar o olho é o principal fator que leva o jovem a desenvolver a doença.

Outro alerta de cuidado do médico é para quem tem algum parente de primeiro grau com distrofia de Fux. “Esta doença tem um componente hereditário forte e quem tem pai, irmão, filho com a doença deve procurar avaliação médica. Há tendência de mais de um familiar ter, mas em graus diferentes, não significando que todos são indicações de transplante”, diz Mérula. Porém, todos devem consultar um oftalmologista especializado em córnea, para avaliar a gravidade, e fazer exames específicos para doenças da córnea.

Tecnologia instalada

A entrega das novas salas de cirurgia oftalmológica do Monte Sinai, prevista para final de dezembro, causa expectativa entre a equipe. A reforma prevê uma melhora logística tanto de acomodação quanto de preparo da cirurgia, facilitando as condições para o procedimento, além do pré e o pós-cirúrgico do paciente.

Quanto aos equipamentos, Dr. Rafael pontua que o Monte Sinai continua sendo o hospital com os melhores da cidade, de primeira linha. O microscópio é de ponta e também está à disposição da equipe o Laser femtosegundo, um equipamento revolucionário tanto para cirurgia refrativa (Z-lasik), catarata, anel intraestromal (Anel de Ferrara) quanto para transplante de córnea, uma vez que substitui as técnicas cirúrgicas que usam lâminas. Isso garante muito mais precisão e menos risco, conclui o médico.

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