Cicloturismo para relaxar e condicionamento para enfrentar o dia a dia

O ortopedista Luiz Antônio Horta Barbosa é um exemplo de preparo físico, tanto para colegas quanto para pacientes. Pedala desde a infância. Iniciou, passando por todos os modelos de bicicletas, desde as mais pesadas, de ferro e sem marchas, com as quais começou seus passeios semanais até a Represa João Penido, Matias Barbosa, Ewbank da Câmara, Filgueiras, Humaitá e redondezas. Com o tempo, foi esticando até cidades da região, adotando o estilo mountain bike e passou a pedalar todo final de semana. Partiu para distâncias maiores quando apareceram modelos melhores, com quadro de alumínio e marchas. Atualmente, alterna entre os modelos speed, para asfalto, com treinos frequentes até Matias, Santos Dumont, Itaipava, Tiradentes, Barbacena, São João Nepomuceno, Lima Duarte, Ibitipoca e outras cidades, mas não deixa de lado a mountain bike nos circuitos de terra ou mistos.

 

"A vontade foi crescendo até virar um hábito", conta ele, que treina todos os dias e, pelo menos uma vez por semana - às quartas-feiras - enfrenta 65 km de pedalada antes do expediente na Medicina. Nos finais de semana, são treinamentos maiores, de 100 a 200km. Porém, o circuito que assusta não praticantes, mas que ele adora e faz todo ano com um grupo pequeno, é até Cabo Frio. São 450 km, divididos em três dias de pedalada pesada. Já foi cinco vezes e só uma com carro de apoio. Em geral, a viagem é de speed, pelo asfalto, mas fora do circuito convencional. Vão até Itaipava, onde começa a parte mais puxada do trajeto, pela serra de Teresópolis, onde sobem até 1.450m de altitude. Depois descem até Guapimirim, na Baixada Fluminense, onde dormem e depois seguem, via Lagos, até Cabo Frio - 340 km divididos em duas etapas de 170 km.

 

Monte SinaiMonte SinaiMonte SinaiMonte Sinai

Ciclismo harmonizado com o trabalho, a família e o lazer

A paixão pelo ciclismo foi virando parte da rotina de Luiz Antônio. O dia a dia na Medicina ainda não chegou nem perto da pré-aposentadoria. Ele só encerrou a carreira no serviço público, mas divide seu tempo entre o consultório, a gestão de sua clínica de ortopedia e as cirurgias, três vezes por semana, exclusivamente no Hospital Monte Sinai.

 

O treinamento esportivo ajuda muito a enfrentar seu ritmo profissional, especialmente nas muitas horas de pé no Centro Cirúrgico. Ele também pratica corrida, apesar de não gostar muito. Mas, para manter o condicionamento investe no exercício, associado a spinning e, agora, crossfit: "uma modalidade de ginástica, relativamente nova em Juiz de Fora, que é um treinamento bem puxado".

 

Ele conta que a prática esportiva está disseminada na família. A filha Marcella, residente de Dermatologia, em São Paulo, prefere natação, mas ele acredita que seus hábitos inspiraram mesmo foi o filho Hugo, que direcionou a carreira para a educação física (e não para a Medicina) e, hoje, é atleta de Iron Man. Isso acabou voltando de outra maneira positiva, "pois, com certeza, atualmente, sou eu que me espelho nele para conquistar este avanço na prática esportiva", garante Luiz Antônio. Mas as competições não são seu foco, participa de forma eventual - já esteve na Copa Mundial de Ciclismo no Rio e no Duathlon Thiago Machado -, mas o que mais gosta no ciclismo é a sua integração com o lazer.

 

"Tenho feito muita pedalada de cicloturismo, estive recentemente em Santa Rita do Jacutinga, mas já fui a Conservatória, Ibitipoca, Tiradentes..." Horta também fez alguns circuitos no Sul do país, mas os roteiros internacionais são os que mais o encantaram. Nestas viagens, é a esposa, Maristela, que, além de ajudar na programação do circuito é a companheira de pedal. Já foram ao Chile, Argentina, porém, a melhor temporada foi num circuito na Itália, no roteiro L'Eroica, que se assemelha ao Giro d'Italia e ao Tour de France, com trajetos de estrada de terra e de asfalto. O casal fez a rota fora da época de competição, e para aproveitar mesmo os pontos turísticos. O médico ressalta a estrutura oferecida, principalmente nos países da Europa, com excelentes bicicletas e um enorme respeito dos motoristas pelos ciclistas, mesmo fora das extensas ciclovias - só ultrapassam com larga margem de segurança. "Além de trajetos seguros, o visual, as cidades, as vinícolas, tudo é espetacular", conclui. Os dois já conheceram inteiramente de bicicleta Roma, Milão, Lucca, Bariloche, o interior do Chile e muitas outras cidades.

 

Luiz Antônio recomenda o esporte - ou qualquer outro -, principalmente aos colegas médicos. "Quem não faz uma prática disciplinada, acaba tendo um envelhecimento precoce. O exercício ajuda não só o físico, mas também a parte psicológica, ganha-se em autoconfiança, melhora a autoestima". E ele destaca o fator social também, o contato frequente com grande ciclo de amizades, profissionais das mais diferentes profissões, o que é muito bom.

O ortopedista também é um ambientalista por convicção e está envolvido em plantio de florestas. Utiliza, em sua residência, água obtida de captação de chuva, tem aquecimento solar e está instalando sistema fotovoltáico através de painéis para produzir sua própria energia elétrica.

 

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