Off Line: jipeiro de carteirinha

Quase por acaso, em 2002, Ângelo Marciano, Diretor Adjunto de Unidade de Negócios do Hospital Monte Sinai, começou a andar de jipe. "Hoje é mesmo um hobby e deixei de ter pena de carro", diz ele. "Quando um amigo chamou para passeio num 'tal de Cerapió', virei fã e gostei muito da atividade por ser mais solo, não depende de grandes equipes, posso praticamente praticar sozinho". Ele conta que, em determinada época, os fins de semana estavam ficando longos, acabava só com a opção de tomar uma cerveja com os amigos, pois nunca gostou de jogar bola. Seu "esporte" evoluiu muito e nestes anos, garante ele, "hoje é tranquilo, os carros são super equipados, com ar condicionado, GPS e tudo mais".

Nestes 15 anos, teve a oportunidade de dirigir diversos tipos de jipe. Conta que começou a acompanhar o apoio dos rallies e já participou de quase todos: Rally dos Sertões, Rally Dakar - que sai da Argentina e dura 19 dias - e todos os regionais. Com o tempo entrou para o Jeep Club. Adorou aquele ambiente e ficou estimulado a participar de mais competições, conseguiu apoios importantes, ajudou a inserir mais Juiz de Fora no Caminho Novo, no Ibitipoca Off Road, mudando circuitos e premiações, ampliando o público.

"Também comecei a competir, nunca para ser campeão, acho que já passou minha fase", garante que o que mais gosta é da convivência, do ambiente. (Mas, no último Cerapió, em fevereiro deste ano, ficou em 12º lugar ao lado do filho Geovani, na categoria Graduados). Ele diz que outro grande incentivador a investir nos rallies foi justamente a adesão dos quatro filhos à paixão pelos circuitos, além de um genro, mais recentemente. "Estou sempre com a família, principalmente nas viagens, ganhei um novo círculo de amizade, o clima é muito bom". Ele conta que há poucos médicos no Jeep Club. Mas, com encontros semanais, conhece pessoas de todos os setores, vários de cidades da região, já que o clube é, hoje, um dos mais organizados e ativos do país. E Ângelo Marciano admite que participa mais pela confraternização do que pela aventura. Ele gosta muito também dos circuitos alternativos, como o "trilhão". Trata-se de outro tipo de circuito. São grupos grandes que vão, por exemplo, na nascente do Rio Paraibuna, só que por estrada de chão, passa dentro de rio, no barro. É fácil atolar, um carro puxa o outro, mas tem guinchos também. Em 12km se gasta cerca de 12 horas de percurso. Mas ele explica que tem a opção da chamada trilha "rosa", com trechos de asfalto, roteiro mais "light" e com os pontos de encontro com a turma. "É a minha opção", ele ri, "menos off road, para quem não quer se esforçar muito, afinal, estou lá mais a passeio mesmo".

É um esporte caro, admite o médico, mas as competições são muito bem organizadas e pode-se planejar as despesas e pagar com antecedência. É preciso ter um carro para o dia a dia e outro para competição. "Mas a gente trabalha para isso, não é. Se souber conduzir, você vai medindo o que pode gastar e economiza para fazer outras coisas". Ele diz que é surpreendente ver que algumas pessoas usam o próprio carro para a competição, mas a paixão justifica os apertos.

E ele fala por si também: "quando chego no rally ou no Jeep Club desligo tudo. Sou muito brincalhão, bem humorado, neste ambiente ninguém fala do seu negócio, o assunto é jipe, viagem. Tudo fica separado da rotina, ajuda a recarregar as baterias. Já estou pensando em diminuir o ritmo há algum tempo, mas a Medicina torna isso bem difícil". E com tantas atividades que acumula, ele diz que tem sido uma fuga boa, ajuda tanto na profissão, quanto pessoalmente. "É uma válvula de escape mesmo".

E ele se organiza para dar conta, também com os filhos envolvidos em alguns negócios, sabe separar as atividades e,além deles ajudarem no trabalho é a forma de programar as férias com todos juntos. A equipe familiar se prepara para iniciar outro rally, no final de janeiro. Desta vez o Piocerá, partindo de Terezina/PI  - a cada ano a competição reveza o circuito com a largada no Ceará ou no Piauí. São quatro dias competindo, mas com descanso em hotéis muito bons. "A gente vai de avião e os carros em carretas - tudo muito bem planejado - e só de Juiz de Fora, neste ano serão 20 jipes", conta ele muito animado com o próximo desafio.

 

 

 

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