Calor, carinho e colo em dobro na UTI Neonatal do Monte Sinai

Conhecido como Método Mãe Canguru, a prática de colocar o bebê prematuro bem junto do peito quando ele já pode deixar a incubadora, para ficar em contato com a pele da mãe, ganhou nova e poderosa imagem de um casal de Além Paraíba, na UTI Neonatal do Monte Sinai. O pai participar da prática e curtir a experiência, tão importante para a recuperação dos bebês, não é novidade, mas no Monte Sinai foi a primeira vez que o método foi realizado com o par de gêmeos (no caso, dois meninos) ao mesmo tempo.

Foram dois meses de aconchego. Alex e Nathalia Carvalho iam para o Hospital diariamente e se revezavam  para cuidar dos meninos (cada hora com um no colo), para levar amor, carinho, cuidado e toda a atenção que os prematuros necessitavam. A equipe da UTI Neo, que estimulou e assistiu todo o processo, destaca a importância que esta disponibilidade do casal teve, não só na recuperação, mas principalmente para o vínculo familiar, fortalecendo além da relação pais-filhos, a ligação entre os irmãos.

Hoje, os meninos estão ótimos, com seis meses de vida e muito saudáveis, conta a mãe Nathalia. Para ela a experiência foi excelente, ideal tanto para os bebês quanto para os próprios pais no contato diário com as crianças. "A proximidade com eles só nos fez bem e certamente ajudou na recuperação para a alta deles", confirma a mãe, acrescentando que foi o próprio médico da UTI quem incentivou a participação do pai no método.  Segundo Nathalia, ela e o marido estão muito satisfeitos e aconselham a prática a outros casais, reforçando o resultado que a aplicação do método tem: uma forma de amor e carinho indispensáveis para o desenvolvimento dos filhos.

"Todos, no Hospital, foram muito atenciosos conosco e saímos de lá muito satisfeitos com tudo. Estamos felizes por, hoje, podermos curtir os nossos gêmeos em casa. Certamente, esse é o nosso maior presente", finaliza Nathalia. 

 

O Método Mãe Canguru

A prática teve início na Colômbia, em 1978, utilizada pelo pediatra Edgar Sanabria, quando percebeu que, no hospital em que atuava, o pequeno número de incubadoras não seria suficiente para o grande número de prematuros que precisavam de suporte. Assim, o médico esperava o quadro clínico dos bebês se estabilizar, tirava-os da incubadora e amarrava-os ao corpo das mães.

Inspirado nos marsupiais que completam a gestação dos filhotes dentro de uma bolsa, junto ao corpo, o Método vem sendo estimulado para prematuros em condições de deixar a incubadora. O contato com a pele da mãe, com o ritmo dos batimentos cardíacos e a sensação de estarem envolvidos com amor, faz os bebês se sentirem protegidos e capazes de superar o quadro clínico. Junto da família, os recém-nascidos adquirem confiança e usufruem dos benefícios do leite materno, que o afasta de complicações, como infecções, regurgitações alimentares e alterações respiratórias. Fortalecido, ele ganha peso rapidamente e fica menos tempo na UTI.

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