UTI Neonatal

A humanização na UTI Neonatal, aliada à capacitação da equipe e à infraestrutura adequada, é responsável pela pronta recuperação dos prematuros. Os profissionais do setor incentivam o aconchego do colo materno, onde o bebê recebe calor, amor e está perto do peito e, através do método Mãe Canguru, têm favorecido o desenvolvimento das crianças que estão prontas para deixar a incubadora.

Na UTI Neonatal do Hospital Monte Sinai, a assistência é completa. A equipe é multidisciplinar, especializada em neonatologia, e conta com apoio de exames complementares, laboratoriais e radiológicos 24 horas. Além de respiradores de alta frequencia, monitores cardíacos e de oxigenação, entre outros aparelhos, a UTI dispõe de incubadora especial para o transporte do bebê da sala de parto até o setor. A amamentação é estimulada, como forma de proteção contra infecções, regurgitações alimentares e como forma de manter o vínculo do recém-nascido com sua mãe. A presença diária dos pais é estimulada, fundamental para o fortalecimento do bebê, que ganha peso mais rápido e fica menos tempo internado.

Calor, carinho e colo na UTI

O aconchego do colo materno, onde o bebê encontra calor, amor e está próximo do peito, tem garantido o rápido desenvolvimento dos prematuros que chegam à UTI Neonatal do Monte Sinai. O método Mãe Canguru, inspirado nos marsupiais que completam a gestação dos filhotes dentro de uma bolsa, junto ao corpo, vem sendo estimulado para crianças em condições de deixar a incubadora. O contato com a pele da mãe, com o ritmo dos batimentos cardíacos e a sensação de estar envolvido com amor fazem com que o bebê se sinta protegido e capaz de superar o quadro clínico.

Junto da família, o bebê adquire confiança e usufrui dos benefícios do leite materno, que o afasta de complicações, como infecções, regurgitações alimentares e alterações respiratórias. Fortalecido, ele ganha peso rapidamente e fica menos tempo na UTI.

O método Mãe Canguru

O método Mãe Canguru teve início na Colômbia, em 1978, pelo pediatra Edgar Sanabria, que percebeu que o pequeno número de incubadoras não seria suficiente para o grande número de prematuros que precisavam de suporte. Assim, o médico esperava o quadro clínico dos bebês estabilizar, tirava-os da incubadora e amarrava-os ao corpo das mães.

Os princípios básicos são:

  • Calor, gerado e transmitido pelo corpo da mãe pele-a-pele com o bebê;

  • Leite materno que alimenta e protege contra infecções;

  • Amor, que estimula o prematuro a se desenvolver melhor.

Relactação

O maior estímulo da amamentação vem da sucção da boca do bebê, mas quando a mãe para de produzir leite ou o prematuro não consegue sugar, é preciso estimular o processo. A técnica de relactação ou lactação adotiva é bastante incentivada no Monte Sinai para suprir a deficiência. Através de uma sonda colocada junto ao bico do peito da mãe, a criança vai sugando o leite, que sai de um recipiente apropriado. Ao mesmo tempo em que mama o peito, ela se alimenta e reestimula a produção de leite materno. Tudo com conforto e tranqüilidade para mãe e bebê.

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