Flurona: Covid x Influenza | Sintomas e recomendações

Sintomas

Com a forma de infecção idêntica, por via respiratória principalmente, as duas doenças são quase impossíveis de serem distintas sem testes próprios. Mas com o avanço do surto pós-festas de final de ano, não adianta correr ao Pronto Atendimento apenas por esse motivo. É fundamental deixar o atendimento para quem realmente precisa.

. Febre

. Tosse

. Dor no corpo

. Mal estar

. Coriza e espirros

. Baixa da sensibilidade do paladar e olfato

A diferença entre as duas está mais no tempo de manifestação da doença (a influenza em até 48h, a Covid mais tarde), e a intensidade de cada sintoma varia de pessoa para pessoa.

É fundamental fazer o isolamento, para evitar contágio, em caso de sintomas. E se a pessoa não tiver acesso a testes, o recomendado é o autoisolamento por pelo menos 10 dias a partir do início dos sintomas.

Testes

Os dois testes são feitos pelo método swab (cotonete) e há testes rápidos com uso de amostra em comum. Mas pode não haver volume de teste para todos os suspeitos de uma ou outra doença se o surto se ampliar e cada plano de saúde adota uma forma de liberação para seus beneficiários. Esta é uma das questões que tem gerado filas e ampliado o tempo de atendimento em Pronto Socorro. Não busque o Pronto Atendimento apenas por este motivo.  O teste é fundamental para descartar ou confirmar as doenças em casos que necessitem internação para o tratamento adequado.

Mas os testes rápidos (de farmácia) são confiáveis.

Tratamento

Como a maioria da população está vacinada (contra a Covid) e parte contra Influenza, grande parte apresenta sintomas gripais suportáveis, leves. Neste caso, o tratamento é o mesmo para qualquer dos casos, o chamado tratamento de suporte: hidratação, repouso, analgésico/antitérmicos e acompanhamento da evolução ou redução dos sinais por alguns dias. A influenza tem manifestação mais rápida de picos febris, em até 48h da contaminação, e os sintomas da Covid em geral aparecem no 5º ou 6º a partir do contágio. Se é possível agendar uma consulta com seu especialista ou médico de família/clínico e aguardar alguns dias a partir dos sintomas, esta é a atitude ideal. Todos os pronto atendimentos de hospitais privados ou públicos, Unidades de Pronto Atendimentos (UPAs) estão trabalhando no limite da capacidade. Sendo assim, a espera será apenas mais um transtorno se o mal estar for suportável.

Quando é preciso procurar atendimento hospitalar de urgência/emergência

  • Nos extremos de idade, nas crianças com menos de seis anos, nos idosos (mais de 60 anos) e grávidas

< >em caso de falta de arpiora da febre dor no peitodificuldade para se movimentartontura etc

 

FLURONA

A dupla infecção ganhou nome e tem sido mais temida, mas não é exatamente novidade. Já pode ter ocorrido em outros períodos sem que as pessoas percebessem, o que é evidente, atualmente, é um surto de influenza, que pode ter se agravado pela não vacinação nos anos anteriores, e o aumento da contaminação por Covid, principalmente pelo relaxamento das medidas de precaução, especialmente aglomerações e maior contato familiar das festas de final de ano.

As recomendações, precauções e cuidados são os mesmos descritos acima.

Fila de espera para atendimento

Neste momento, se puder, evite buscar o Pronto Atendimento. Busque um serviço ambulatorial (o Monte Sinai também disponibiliza) ou a rede credenciada de seu plano de saúde ou seus serviços de triagem on-line.

E é em respeito a seus clientes, que o Monte Sinai passa a informar periodicamente os picos de tempo de espera, pois há limitações de sua capacidade de atendimento nesta estrutura, é fundamental seguir um fluxo seguro de atenção que continue evitando a infecção cruzada e o sistema hospitalar precisa estar preparado e focado para atender aos casos mais graves, quando a assistência especializada é indispensável.

 

E o principal, PREVINA-SE:

. Use máscara sempre

. Higienize as mãos

. Evite aglomerações

. Isole-se em caso de sintomas gripais

. Não subestime sinais de agravamento

. VACINE-SE!

 

Fonte: Dra. Lívia Fonte Boa, infectologista responsável pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Monte Sinai

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