Fluxo Seguro: veja como os setores do Monte Sinai intensificaram cuidados de segurança na pandemia

O cuidado com os protocolos de Segurança do Paciente são criteriosamente revistos periodicamente e cobrados de toda a equipe. Com o início da pandemia da Covid-19, novos processos foram inseridos para proteção da equipe, dos pacientes em atendimento e dos demais pacientes do Hospital. Os fluxos foram redesenhados para intensificar a segurança e precauções preconizadas pela Anvisa e outros órgãos de saúde, associações de especialidades e da SCIH do Hospital. Acompanhe os fluxos seguros já divulgados: 

 

CENTRO CIRÚRGICO

O Monte Sinai está preparado e tem fluxos muito bem estabelecidos para o enfrentamento da pandemia. Desde o início, preserva com muito cuidado os processos do Centro Cirúrgico, baseado no Protocolo de Cirurgia Segura para garantir atendimento a todos os tipos de pacientes, pois o setor funciona 24 horas.

O bloco cirúrgico é completo, possui um acesso independente para recepção do paciente e entrada dos profissionais, prepara com critério todo o pré-operatório, contando com suporte completo: além da retaguarda da Central de Esterilização de Materiais (CME), possui sala de guarda e farmácia satélite. Os espaços de higienização dos profissionais são acionados sem toque das mãos, o mesmo para abertura das salas (por sensores).

Qualquer que seja o porte da cirurgia, todos os processos de segurança do paciente previstos para a área são cumpridos e a Recuperação Pós-Anestésica (RPA) possui 13 leitos separados e monitorados de forma independente.

A higienização entre cada procedimento é prerrogativa dos processos do Centro Cirúrgico, mas é ainda mais cuidadosa no momento atual. Aqui, segurança é prioridade.

   

 

ENDOSCOPIA DIGESTIVA

O Serviço de Endoscopia Digestiva do Monte Sinai não parou durante a pandemia.

Funcionando anexo à Emergência do Hospital, atende a clientes externos, em especial idosos para minimizar riscos em caso de atendimento de intercorrências. O serviço também assiste a pacientes internados com necessidades de exames de endoscopia, colonoscopia e broncoscopia, dentre outros.

Os cuidados de esterilização e de segurança do paciente sempre foram diferencial do setor, mas durante a crise da Covid-19 foram intensificados. Cada detalhe do fluxo é atualizado periodicamente, de acordo com os guidelines internacionais, segue rigorosamente a preconização da Anvisa, da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), do setor de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) sempre visando a proteção da equipe assistencial e do paciente.

A atuação do corpo clínico e técnico da Endoscopia para procedimentos de alta complexidade em Endoscopia Digestiva é referência na região e em vários casos, a atuação acontece no Centro Cirúrgico ou na Sala de Hemodinâmica. Nestes espaços também, os cuidados com pessoas, paramentação, preparo do paciente, aparelhos e assistência são criteriosos na mesma intensidade, garantindo fluxos seguros para um atendimento que não pode ser adiado na maioria dos casos.

   

 

HEMODINÂMICA

As emergências cardiológicas e o AVC (Acidente Vascular Cerebral) agudo, na sua maioria, são tratados pelo Serviço de Hemodinâmica ao chegarem à Emergência do Monte Sinai. O setor não parou durante todo o ano e redobrou os cuidados com a equipe e o paciente durante a pandemia.

Mas o protocolo de segurança do paciente na Hemodinâmica Monte Sinai sempre seguiu rigoroso processo na assistência, que já começa na confirmação do agendamento (casos eletivos). A equipe administrativa também ajuda no atendimento do fluxo Covid, questionando sobre sintomas que possam demandar um fluxo extra de proteção caso o paciente – que não possa esperar – esteja sintomático ou positivo para a doença.

A rotina de segurança começa na identificação do paciente, com marcação na pulseira com identificadores coloridos para sinais de alerta, especialmente alergias. A degermação (higienização) da equipe é outro cuidado rigoroso e ocorre bem perto da sala de procedimentos. A paramentação dos profissionais é a mesma do Centro Cirúrgico e ainda com proteção extra (avental e colar de chumbo), pois a máquina emite radiação.

A recuperação do paciente também é cercada de cuidados finais, com monitorização, alimentação, estabilização imediata ou posterior, em casos que o processo de observação/recuperação necessita de internação na Unidade Coronariana (ou Unidade de AVC), o que ocorre em grande parte dos casos.

O rol de procedimentos realizado na Hemodinâmica é extenso e o cuidado é o mesmo para todas as técnicas que abrangem as cinco especialidades atendidas com procedimentos eletivos no setor: Cardiologia Intervencionista, Neurologia Intervencionista, Eletrofisiologia, Cirurgia Endovascular/Angiologia e Radiologia Intervencionista.

       

 

EXAMES DE RADIOLOGIA E IMAGEM

O Serviço de Radiologia e Imagem de um hospital tem uma participação ativa nos cuidados dos pacientes, seja na Emergência e Pronto Atendimento (PA) ou nos cuidados com quem já está internado. Os profissionais deste setor circulam por todo o hospital, por isso, desde o início da pandemia da Covid-19, os cuidados foram redobrados com todos – pacientes e equipe. Foi preciso redesenhar todos os fluxos de atendimento e dividir os espaços para atender os pacientes dentro da unidade. O papel deste setor também se tornou fundamental na investigação dos diagnósticos da doença, através da Tomografia Computadorizada (TC).
Para realização de exames de Raios-X e de ultrassonografia, os pacientes do PA/Emergência são recebidos em salas separadas das de suspeitos da Covid. Equipamentos móveis são necessários em várias unidades com exames beira-leito, mas os aparelhos destinados às unidades da área Covid não circulam nas demais. Os técnicos que operam os aparelhos utilizam paramentação completa para atendimento aos pacientes. Nas áreas de TC e Ressonância, os fluxos de recepção dos pacientes suspeitos e dos demais pacientes são separados, desde a recepção.

O percurso é separado e o agendamento do encaminhamento dos pacientes que vêm da triagem Covid é rigorosamente controlado. Todo o processo é gerenciado para que nos ambientes se evite cruzamento de fluxo e contaminação cruzada. Também não há mais a presença de acompanhantes nestes espaços. 

A cada exame de paciente suspeito é feita a desinfecção da sala e do aparelho de TC, o que num momento de grande procura pelo atendimento no Hospital, faz o tempo de espera na Triagem Covid ser maior. Mas o objetivo também é proteger os próprios pacientes. Um funcionário de Higiene e Limpeza fica dedicado ao setor em todos os plantões. 

O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do hospital é responsável pelo direcionamento dos protocolos de atendimento no setor e, desde o início da pandemia intensificou os treinamentos dos colaboradores. Havia previsão de um grande volume de pacientes no início de 2020, mas o maior pico de casos tem ocorrido atualmente. No entanto, todos os meses de cuidados intensos com os processos criou um diferencial para o setor, pois agora, com o aumento do volume de exames, os fluxos e precauções estão exaustivamente testados.

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