TAVI: equipe da Hemodinâmica Monte SInai é pioneira no uso de nova geração de implante

O Hospital Monte Sinai, novamente, é pioneiro no estado de Minas Gerais no uso de uma nova geração de próteses para tratamento minimamente invasivo das doenças estruturais do coração. A evolução está relacionada ao uso de novos materiais e estruturas na composição da prótese para o implante transcateter valvar aórtico (TAVI, da sigla em inglês).

A patologia da válvula aórtica, devido à estenose (estreitamento) por degeneração e acúmulo de cálcio, leva a uma restrição do fluxo de sangue através da válvula, o que impõe ao coração um esforço brutal para bombear o sangue. Portadores de estenose aórtica, em geral, são de alto risco e apresentam sintomas como dor no peito, falência cardíaca e arritmias, podendo evoluir para morte súbita.

Cerca de 50% destes pacientes vão a óbito nos dois anos seguintes a instalação dos sintomas, caso não recebam tratamento invasivo. A TAVI, segundo estudos clínicos, é a opção de mais segura e eficaz para esses pacientes, principalmente devido à sua idade mais avançada e fragilidade. No caso da primeira paciente em que esta técnica foi utilizada na Hemodinâmica do Monte Sinai, aos 77 anos e com condições anatômicas específicas, o novo modelo foi a opção do Cardiologista Intervencionista Antônio José  Muniz, pois julgou que este modelo (denominado Evolut Pro System) teria um resultado perto de ótimo, considerando sua estrutura mais flexível pelo uso de novos materiais e design exclusivo, “mas posso dizer que foi fantástico”, avalia. A paciente recebeu alta da Unidade Coronoriana (cuidados intensivos) em 24 horas e em menos de 72 horas já estava em casa, com ótima evolução.

Dr. Muniz liderou a equipe responsável pelo sucesso da cirurgia. Mas lembra que ninguém faz isso acontecer sozinho. O "heart team" foi composto também pelo cirurgião cardíaco Antônio Augusto Miana, pelo ecocardiografista Júlio Lovisi e pelo anestesiologista Geovani Alves Monteiro. O “heart team” é uma configuração fundamental para este tipo de procedimento, que mesmo sendo chamado minimamente invasivo, é uma cirurgia complexa, com cada especialista tendo um papel indispensável em suas áreas de atuação para garantir estabilidade, acessos e controle da intervenção em cada etapa da execução da técnica. “Sem falar no essencial e brilhante apoio da equipe de Enfermagem especializada da Hemodinâmica do Monte Sinai. Nós fizemos um ensaio prévio na véspera para passar cada estágio do processo, visando garantir a sincronia fundamental para o resultado da cirurgia”, completa Dr. Muniz. Além disso, a equipe e a estrutura estavam preparadas para intercorrências possíveis neste tipo de procedimento e a Hemodinâmica reforçou os protocolos de segurança do paciente e de contingências indispensáveis ao momento de pandemia.

   

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